Mais um escândalo marcou o já tão balado "ramo de Petrópolis", ou melhor dizendo, o ramo não dinástico da Casa de Orléans e Bragança. Desta vez Pedro Tiago de Bourbon de Orléans e Bragança foi trancado para fora do Palácio Grão-Pará, a antiga residência dos serviçais do Palácio Imperial de Petrópolis, que recebeu o nome elegante depois de se tornar residência do ex-príncipe do Grão-Pará D. Pedro de Alcântara. Pedro Tiago, de 47 anos, precisou acionar a Justiça para voltar ao endereço, localizado na Rua Epitácio Pessoa. Ré no caso está a Companhia Imobiliária de Petrópolis, que tem três Orleáns e Bragança — o pai e os tios de Pedro Tiago — no quadro societário. Por trás da briga estaria a possível venda do palácio, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1930. Hoje, o imóvel estaria avaliado na casa dos R$ 70 milhões. Em 2015, a família arrendou uma parte do quintal para uma empresa de estacionamento rotativo. O espaço fica nos fundos...