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Francisco de Bourbon-Sevilha foi preso em conexão com o caso do policial envolvido com tráfico de drogas que escondia milhões de euros em sua casa.


Os investigadores espanhóis prenderam D. Francisco de Bourbon-Servilha, Principe do Real Sangue Capetiano (ou seja, Príncipe da Casa Real Francesa) filho do V Duque de Servilha (já falecido), primo distante do Rei Felipe VI da Espanha, Grçao-Mestre da Ordem Militar de São Lázaro de Jerusalém, que não deve ser confundida com a Real Ordem dos Santos Maurício e Lázaro, da Real Casa di Savoia, nem com a Ordem Religiosa-Militar e Hospitalar de Nossa Senhora do Carmo e de São Lázaro de Jerusalém, da Casa Principesca de Gonzaga Trivulzio Galli de Mesolcina.

Olivia de Bourbon-Sevilha, figura midiática na imprensa espanhola, afirmou desconhecer os motivos que levaram a prisão de seu irmão. Os acusados vem sendo investigados pelo Tribunal Nacional desde 2024.

A prisão de Francisco de Borbón, filho mais novo do Duque de Sevilha, Francisco de Borbón y Escasany, e da Princesa Beatrice von Hardenberg Zu Fürstenberg, fez parte de uma operação maior que resultou na apreensão de mais de 20 milhões de euros em dinheiro vivo na residência de um inspetor-chefe da Unidade de Crimes Econômicos e Fiscais (UDEF). O jornal El País noticiou que essa descoberta representou uma das apreensões de dinheiro mais significativas realizadas em uma operação policial recente. A investigação, conduzida pelo Tribunal Nacional, concentra-se na alegada lavagem de dinheiro por meio de uma empresa de criptomoedas sediada na Irlanda, supostamente administrada por Óscar Sánchez Gil, identificado pelo jornal como um “policial especializado em narcotráfico”, e por Ignacio Torán, o suposto líder do grupo de narcotráfico.


Segundo o referido meio de comunicação, Francisco de Borbón consta no registo oficial irlandês como um dos fundadores da ET Finetch Europe, empresa identificada como um veículo para lavagem de grandes somas de dinheiro em criptomoedas. As autoridades estimam que esta empresa serviu de refúgio para fundos provenientes de atividades ilícitas, num total de pelo menos 20 milhões de dólares distribuídos por diversas criptomoedas. Juntamente com Francisco de Borbón, outras três pessoas foram detidas no âmbito da mesma operação.

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