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Dom Carlos Tasso no Rio de Janeiro



Sua Alteza o Príncipe Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburg-Gotha e Bragança, Príncipe do Brasil e Barão de Taxis-Bordogna-Valnigra, esteve esta semana no Rio de Janeiro, onde num prestigiado evento no terraço do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, acompanhado pela edição do “Blog Monarquia Já”, foi lançado o livro “Dom Pedro II na Alemanha – Uma amizade tradicional”, no Rio de Janeiro. 

Encerrando a tradicional reunião da Comissão de Pesquisas Históricas – CEPHAS, do IHGB, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburg-Gotha e Bragança, depois de ser acolhido por confrades do Instituto e grande quantidade de admiradores, falou sobre seu ilustre antepassado (trisavô), fundador e grande benemérito daquele importante reduto intelectual, o Imperador Dom Pedro II. Num discurso carregado de fatos históricos e ricamente elaborado, Dom Carlos reforçou a postura de honestidade e comprometimento daquele estadista, afirmando que “Dom Pedro II foi um exemplo para os políticos de hoje, empreendendo, as próprias custas, viagens de instrução, que beneficiaram o Brasil. Mesmo que para isso se endividasse, fizesse empréstimos – prestações”. 


Na fala de agradecimento, o presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Dr. Arno Wehling, agradeceu a presença de todos, apresentando o recente livro de Dom Carlos, agradecendo-o, formalmente, pela recente doação do documentos referentes às correspondências de Dom Pedro II com a atriz italiana Adelaide Ristori.  

Depois do encerramento dos protocolos da CEPHAS, Dr. Arno Wehling convidou os presentes para o cocktail de lançamento do livro, no terraço da instituição.


No evento, destacou-se a presença do Abade Emérito do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Dom José Palmeiro Mendes, OSB, além de Dom Philippe Tasso de Saxe-Coburg-Gotha e Bragança, dos Embaixadores Senhor Alberto da Costa e Silva e Senhor Gonçalo de Barros Carvalho e Mello Mourão, da escritora Isabel Lustosa e dos monarquistas Professor Otto de Alencar, Paulo Fernando de Albuquerque Maranhão, Leda Machado, Luciano Cavalcanti de Albuquerque, Jean Menezes do Carmo e Antonio Gameiro.  

Créditos: Blog Monarquia Já. 

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